20 comentários em “A polêmica sobre as causas do homossexualismo

  1. El articulo de Raimundo de Lima expone una cara de la moneda. Sin embargo difiero de su propuesta ya que entiendo que parte de un problema metodológico de incio el ver a la HOMOSEXUALIDAD COMO UN PROBLEMA.

    Es sin duda un problema para quien, tiene una moral sujeta a los límites que impone la religion, la sociedad, las generaciones pasadas. Es una roblema para quien todavia en el siglo XXI no quiere aceptar que lo que existe son DIVERSIDADES en todo, tambien en las practicas sexuales.

    La linea de explicación sobre la carga genética, ha sido descartada y el DSMIV es prueba de ello, sin embargo se agarran de esos argumentos los grupos, individuos o instituciones homofóbicas para decir que es un PROBLEMA y asociarlo asi a una ENFERMEDAD.

    las practicas homosexuales tienen puntos de coincidencia con las praticas heterosexuales, ambas practicas buscan la felicidad del hombre a partir del placer. Michel Foucault decia que lo que mueve al hombre es la sexualidad y el poder. Considero que estaba en lo cierto.

    El peligro de quedarse con una explicacion biológica, es que no se ve el fenómeno de manera integral, para equilibrar la balanza Hay muchos otros aspectos sociales y psicologicos presentes en la practica homosexual.

    En el medio d ela salud todo aquello que sale de la NORMA es desequilibrio o enfermedad, por ejemplo: si la lectura de mi glucosa sale del estandar 80-120 hay un desequilibrio (enfermedad) se tiene que volver el cuerpo a la normalidad ( buscar estar en el estandar entre 80-120). Lo contrario sugiere Enfermedad.

    El sujeto que por sus gustos sexuales sale de la NORMA, por tener una pareja del mismo sexo, cuando el estandar es que al hombre le gusten las mujeres y a las mujeres los hombres. Si no cumplen con el estandar , esta ENFERMO. Es una regla que NO APLICA los sujetos somos seres complejos, el hombre no solo es cuerpo, es cabeza, es pensamiento, es memoria, es CULTURA. Santiago geneoves Tarazaga , antropologo medico y estudioso de la violencia dice TODO ES CULTURA.

    El analizar la homosexualidad a la luz de los factores psicosociales, no corre el riesgo de acentuar la homofobia, riesgo y peligro sin límites. El asociarlo a un factor genético le da herramientas a los profesionales d ela salud para: “tratar de volverlos a la normalidad” como he visto, y escuchado en conferencias homofobica de parte de profesionales medicos religiosos del Opus Dei en Mexico.

    El ejercicio de la homosexualidad en culturas respetuosas como algunos paises de Europa, muestran que el viejo mundo no se ha equivocado, el camino de la aceptacion de la diversidad es el camino respetuoso, responsable y prudente.

    hace poco publique un articulo en una revista de la unam: el número de agosto tuvo dos ejemplares sobre homosexualidad todos los temas son muy interesantes para, adentrarnos mas sobre el tema de la homosexualidad, el discurso, las redes y sobre grupos de activistas
    que trabajan en contra de los derechos de los grupos gay.

    http://www.revista.unam.mx/index_ago10.htm
    Sevilla Gonzalez María de la Luz
    Investigadora , doctora en ciencias por la Universidad Complutense de Madrid
    Investigadora nacional nivel I
    Escuela Superior de Medicina IPN

  2. “porque em verdade, o amor não ter sexo”.
    Esse pareceu ser o lugar oculto da discussão sobre a afetividade humana e suas expressões. A primeria vez que li o texto do Raymundo me senti profundamente incomodado. Sinto atração por “homens”, namoro um. Começou pela palavra homossexualismo já muito abandonada e que ele insiste em repetir por todo o texto. Uma tal incoerência de alguém que afirma o amor más resalva entrelinhas que há um problema nas práticas sexuais de alguns. Homossexualismo é o termo que desígna a afetividade pelo mesmo sexo como doênça e disso o Raymundo sabe.
    O culturalismo me incomoda igualmente, entretanto o biologismo tem o mesmo efeito. Em seu texto o autor limita-se ao ponto de vista biológico ainda que trazendo Freud para o final. Freud, apesar de suas imensas contribuições, se preocupa muito com a mitologia antiga: narciso, electra, edipo… e talvez isso lhe tenha limitado a consciência da questão. Mas não se trata de o condenar pelo que poderia e não fez. A grande questão é o que nós podemos.
    Sinto o Raymundo, assim como muit@s outr@s, tateando no escuro das relações humanas. Se a questão não é buscar uma causa única, ao gosto de Durkheim, o que concordo. Porque insistir em pesquisas que pressupõem tal afirmativa e não avançar para discussões mais amplas e coerentes com a conclusão do autor. Esse veu do especialismo que nos limita a consciência a um mero aspecto do fenômeno talvez seja o que nos impede de pergutar além de aparências.
    Em primeiro lugar o afeto humano não é controlável. Por mais que pelas relações sociais tentemos dividir afetos por sexo, assim como trabalho, gestos… nenhuma sociedade conseguiu uma divisão pura. Talvez a experiência cotidiana de cada indivíduo não caiba no papel: tanto no de fibras como no “social”. Ou mesmo os ditos papeis sociais não passem de teatro como sugerem.
    Mais importante que discutir a causa, causas ou origem de um tipo de afeto é se perguntar porque em determinado tempo e espaço, em determinada sociedade esse afeto foi considerado prejudicial, inadequado, impuro… Aqui perguntariamos não só da “homossexualidade” mas também da “heterossexualidade” e demais experiências aparentes. Quando foi e porque foi que homens beijar homens e mulheres ter prazer sexual com mulheres se tornou um “problema”. A pergunta comum, se é ou não natural ou cultural é um labirinto do qual nem Ariadenes se safará.

  3. Achei excelente o artigo, ele nos permite refletir sobre um assunto ainda polêmico, infelizmente, mais que no dia-a-dia presenciamos atitudes desrespeitosas e discriminadoras onde muita gente ainda não aprendeu a respeitar as escolhas, as opções sexuais dos seus semelhantes.Sou mãe e educadora,e´se ha alguns anos atrás me perguntassem se eu aceitaria a homossexualidade em um filho meu , responderia que não, mais hoje em dia graças a muita leitura e experiencias cotidianas entendo que diante de tudo isso existe um elemento que precisa ser levado em conta:O AMOR! e com amor tudo se torna supotavel, aceitavel, compreensivel.

  4. Olá, fiz meus comentários ontem sobre o artigo, mas ele desapareceu…onde foi parar? Sds Regina

  5. ACHEI O ARTIGO OPORTUNO, CONSIDERANDO QUE EXISTE UMA LEI SOBRE HOMOFOBIA, QUE CONSIDERO UMA LEI ANTIDEMOCRÁTICA. GOSTEI DO ARTIGO E CONCORDO COM O AUTOR, PRINCIPALMENTE COM A CONCLUSÃO QUE CHEGOU JÁ QUE A ANÁLISE FOI BASEADA EM PONTOS DE VISTA CIENTÍFICOS. EU SOU RELIGIOSO, E, DO PONTO DE VISTA, DA RELIGIÃO A CONCLUSÃO É DIFERENTE. A CONCLUSÃO BÍBLICA MOSTRA CLARAMENTE (CARTA DO APÓSTOLO PAULO AOS ROMANOS, CAPÍTULO 1, VERSOS DE 18 A 32), QUE A HOMOSSEXUALIDADE É UMA PUNIÇÃO POR CAUSA DOS PECADOS DO HOMEM. EU CREIO QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS. E A MINHA CRENÇA É PURAMENTE QUESTÃO DE FÉ, NÃO TEMOS COMO DISCUTIR É PEGAR OU LARGAR, CRER OU NÃO CRER.

  6. Este artigo, traz em si diferentes perguntas pertimentes e reflexões provacadoras para melhor esclarecimento do homossexualismo que é visto de diversas maneiras. Eu particularmente, pelo aumento de pessoas que tendem para essa “opção”- terceiro sexo, pensava que tudo não passa de um modisto pregado pelos meios de comunicação de massa, que reforçam essa realidade do homossexualismo. Mesmo que a ciência busque esclarecimento sobre esse asunto, ainda ficam muitas dúvidas a serem tiradas e perguntas coerentementes a serem respondidas dentro da sua lógica e profundidade.

  7. Infelizmente não encontrei novidades no texto, além de uma síntese de um apanhado de pesquisas, ja muito discutidas, e uma opinião que beira o “senso comum”.
    O debate entorno do assunto deveria levantar as causas de tanta intolerância e o porquê de, em pleno século 21, quando se discute avanços tecnológico e “desenvolvimento”, ainda se vê casos tão primitivos de desrespeito ao próximo, simplesmente por sua orientação sexual. Mas como este não foi o enfoque do texto, fica como sugestão para novos escritos.
    Obrigado!

  8. Fico feliz em ler uma produção em torno deste assunto. Pois nunca tinha visto algo parecido com o que na verdade, eu já definia para com os meus confidentes. Se alguem me perguntasse em qualquer circunstancia o que seria o homossexulismo, eu não saberia responder e nem concordaria com os conceitos dos determinados ramos da ciência: ( psicologia, sociologia). Muito menos direi que é uma doença, como já vi pessoas sendo processadas por terem definido o homossexulismo como doença. Se tivesse que me aproximar de uma definição ficaria com a opção mais simpatizante para mim, que é os resultados de estudos em torno da genética.

  9. O bom de abrir a REA é ler os excelentes artigos aqui publicados.
    Esse não fugiu à regra.
    Triste que numa sociedade tão impregnada de preconceitos, esse artigo se torne uma pregação no deserto; porém é muito mais eficiente do que pregação nenhuma.

  10. Caros Raymundo e Roberto,
    O problema não começa justamente por se falar “o problema da homossexualidade”?
    Quem fala em “problema”, já se inscreve num perfil heteronormativo das trocas afetivas, envolva ou não finalidades genitais. Na nossa cultura, por se entender culturalmente a fêmea como “desfálica”, tolera-se as suas trocas de carícias, sem finalidade genital, como “normal”. Tente fazer o mesmo enquanto “homem” para ver como o olhar dos outros – centrados em habitus heteronormativo – é condenatório e desconfortante.
    Como somos seres culturais – e não apenas hormonais -, a nossa sexualdiade – entendida aqui como o comportamento cultural relacionado aos papéis sexuais e de gênero em nossa sociedade – é necessariamente plástica e sujeita à múltiplas combinações e matizes. Devemos reler o clássico de Pierre Clastre, “O Arco e o Cesto”, para construirmos um olhar exótico sobre nossa práticas cotidianas para percebermos o quanto somos psicologicamente formados a partir de modelos culturais, em vez de matrizes hormonais. Tais modelos, como são socialmente formados, podem ser intelectualmente questionados.
    No final das contas, o que mais me incomoda são as tentativas das pesquisas médicas de buscarem um “base científica” para um “problema” para, a partir daí, pensar em políticas públicas de segurança contra a discriminação e tolerância para a diferença. Assim, parece que o subtexto é o seguinte: Se não se encontrar um “fundamento científico” – aliás, o paradigma científico utilizado deveria ser objeto de crítica -, é “problema” torna-se tão somente moral. No fundo, se quer justificar os supostos “desviados”, em vez de se questionar a própria idéia de “desvio”, sem buscar fundamentos genéticos ou hormonais. Que Foucault nos acuda, pois!
    Somos mais do que bichos à base de feromônios. Há algo mais para ser entendido sobre o princípio da atração/fascinação em cada cultura, sobre as noções de bonito e feio, certo e errado, masculino e feminino, cru e cozido, etc. Sejamos, enfim, poesias de nós mesmos…

  11. Raymundo, bom dia,

    Muito boa sua análise sobre o Homossexualismo, principalmente porque busca na História e na Psicanálise discussões que explicam a homossexualidade .
    Sobre o assunto, concordo que não se trata de erro dos pais ou de problema do filho homossexual. Numa relação pais e filhos, o homossexualismo deve ser a oportunidade para intensificar o amor entre entes familiares.

  12. Quando li este artigo me coloque a pensar em quanto se promove uma violência assistida, explicita ou em psicológica velada. Seja a homossexualidade um erro genético ou outra formação cromossômica alem das duas rotuladas de padrão para a identificação da identidade do sujeito. Sexo: masculino, feminino, a terceira variante e não uma “opcional” porque ninguém nasce querendo ser “homo”, e sofrer toda essa violência discriminativa.
    Todo o discurso e teses que foram defendidas aqui têm um pouco de razão em ser analisados, portanto acredito que existe algo muito maior que tudo isso. E esta na questão de que é um crime pensar que a sociedade é que produz o homossexual, porque esta na cabeça de cada um sua constituição psicológica constituída de suas percepções de desejos e de gostos, e o desenho “era do gelo 3” na personagem da mamute que pensa ser um gambá, reflete isso. Até onde vai sua “orientação sexual”? E quanto de tudo o que você percebe ser seu é de natureza biológica ou antropológica?
    Ainda acredito que o problema social a ser discutido como fenômeno de aberração e de provocante da égide em violência social seja a “homofobia”, ficando a homossexualidade o sinal que atraem por ser uma minoria diante do oceano de “comuns” e “normais”.

  13. O assunto é muito delicado no sentido amplo da expressão, eu pessoalmente tomo como base os príncipios escritos nas Escrituras Sagradas “A BÍBLIA”, que diz Deus fez o homem e posteriomente a mulher, porém o inimigo de toda humanidade passou a pregar suas variedades de opções sexuais, e o homem ao longo dos tempos vem procurando se adequar a sua realidade, o homoxessual não é uma opção, por que eu ainda não acredito que um ser humano sádio fisicamente e pscologicamente, tome uma opção destas, pois conheço casos que o homossexual tenta ser um hetero, mais tem suas recaidas, conheco casos de heteros que fingem ser, mais dentro dele existe um viado preso.
    Então a ciência vem ao longo dos tempos explicar os comportamentos, os desvios e etc., mais já se pode observar que no processo de formação dos DNA’s , Cromossomos – “X” mais cromossomos “Y” , acontece várias alterações genéticas de um simples disturbio até um molestia neurologica, então nestes casos o feto já tem sua direção sexual, mais quando o elemento se diz hetero e depois de se casar, tornar-se pai, avó e depois se descobre que é gay, acho que não é doença, falta a ciência explicar o tal comportamento.
    – Diante de tudo o meu ponto de vista, aceito qualquer conduta no sentido de opção sexual, mais quero resaltar que fico muito triste que esses casos aconteca com as mulheres, que são chamadas de lesbicas, por que me deixa no prejuizo, no sentido que fica menos duas fêmea que poderia cair na minha mão e acabam figindo da minha direção, e quanto aos gay’s , tudo bem, quanto mais viado mais mulheres irão sobrar, e podem vir na minha direção.

  14. Excelente artigo. Concordo que a única resposta honesta à questão é “não há uma resposta definitiva”. O própri o Freud é ainda vítida de uma ciência “linear”, “causal”. Não há como determinar se “apego à mãe” é causa ou efeito de uma suposta homossexualidade. As respostas parecem, cada vez mais, se encontrarem “no sistema”, conjunto de fatores que acaba por produzir uma dada configuração.
    Um abraço,
    Francisco Pucci.

  15. O problema social é na verdade o modo como a sociedade reflete s/o homosexualismo. A sociedade se organiza debaixo de padrões pré determinados, e quem não se enquadra fica discriminado. O homosexualismo sempre existiu. A diferença é que hoje ocorre abertamente, embora ainda cercada de preconceitos por conta de principio religioso e opiniões divergentes entre geneticistas, psicólogos e a hipocrisia que permeia qualquer sociedade . A Humanidade desde sempre procura manifestar e satisfazer sua sexualidade, e o faz de acordo com o que encontra à sua disposição. Sds Regina

  16. Parabens pelo artigo, tao esclarecedor e que busca nos mostrar as prerrogativas tao impostas e cobradas epla sociedade tao hipocrita e preconceituosa. Lutemos pelo AMOR incondicional.

  17. Muito convincentes e verdadeiras as citaçoes sobre a homossexulidade de Raymundo de Lima.Penso também, que cada um nasce com uma trajétória a ser cumprida.Anita

  18. Nossa,foi muito bom esse artigo principalmente pera orientar os pais de crianças ainda em desenvolvimento.Gostei muito de poder prestigiar essa polemica e por isso te dou os parabens pelo oque voçê esta fazendo,e que voçê continue assim…

  19. Apesar do texto bem fundamentado, algo que me incomodou foi a imprecisão teórico-cnceitual o uso dos termos homossexualidade e homossexualismo.

    Quando se propõe a desmistificar a homossexualidade como doença e entender os processos piscossociais que influenciam sua construção, é no mínimo tendencioso ou descuido falar em homossexualismo, como se estivesse retratando a um transtorno qualquer.

  20. Excelente artigo-síntese sobre o problema do homossexualismo, se é que tal característica constitui de fato um problema.
    Creio que teremos muita polêmica, ainda, sobre as causas (e provavelmente são várias e complexas), mas creio, efetivamente, que se trata de um problema, tanto para os assim caracterizados, como para a socieadde, sem qualquer preconceito, porém.
    Quando digo problema é que me refiro às bases de produção e reprodução da sociedade, normalmente feitas de maneira sexuada e diferenciada. Se a taxa de homossexualidade for muito elevada (e não tenho idéia de qual sua dimensão em comunidades animais ou humanas) não haveria, a rigor, condições de assegurar a repodução da sociedade. Já, determinadas sociedades, enfrentam o problema do declínio demográfico, por causa da baixa fecundidade e natalidade, abaixo do requerido para sustentação da sociedade (proporção entre aativos e inativos).
    Por todas essas razões, basicamente de ordem econômica, social e “natural” (antropológica) eu acho, sim, que o homossexualismo é um problema social.
    Mas isso não tem nada a ver com comportamentos e ações individuais: todos são o que são, e devem ser respeitados em sua individualidade.
    Não tenho nenhum problema em afirmar minha completa falta de preconceito em torno dessa questão, ainda que eu sinta que os homossexuais tendem a ser mais infelizes do que os heterossexuais.
    Apenas levanto um problema social,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s