17 comentários em “Ler é chato. Será?

  1. Sobre a velocidade da vida é importante conhecer o trabalho de pesquisa do Professor doutor Eugênio Trivinho da PUC de São Paulo, do programa Comunicação e Semiótica. Ele tem vários textos e livros nos quais conceitua e discute dromocracia. Essa conceituação do professor nos faz entender melhor como e quando começou a evolução da velocidade que chega a extremos nos dias atuais. Estamos em um período em que tudo que se faz deve ser executado o mais rápido possível. Não temos tempo pra nada, vivemos na velocidade da luz. Quem não consegue acompanhar essa velocidade parece estar à margem. Isso prejudica a vida em vários aspectos, inclusive a leitura.

  2. Nossa! Seu artigo é uma chamada de atenção para todos nós que queremos fazer dessa nova geração uma geração de leitores; de pessoas que sejam pesquisadoras, que mesmo envolvidas nesse mundo digital, não esqueçam da melhor forma de desenvolver o ensino-aprendigem, que é a LEITURA. Os livros nos ensinam, nos apontam caminhos, nos trazem conhecimento formal e informal e nos fazem penetrar no mundo do autor. Muito bom este artigo. Parabéns

  3. El placer de la literatura , de deitarse con el texto, siempre ofrece proyecciones de uno de le rodea. Es dificil poder avanzar esto en las universidades, muchos de nuestros alumnos, realizan la lectura de textos de una Menera fría, fría Porque es obligada. Sin embargo como hacer para trnsmitir la seducción que causa un buen libro, una historia que toca nuestros sentidos, las a Nuevas generaciones saben que hay otros placeres, que se pueden obtener de forma mas rapida y sin lo que ellos consideran un esfuerzo, es a ellos a quienes podemos comentar que Merecen algo mas que el cine publicitario, cargado de personajes superficiales, o la apuesta por bet selers, o la aventura diaria de ver la TV, solamente por varias horas.

    He visto morir hace poco un libro, tenia sus hojas tan seco y marino que ha estado en el poder, al tocar a debaraban sus hojas sobre mi mano, que pena sentí, yo se que hay remedios que los tecnicos de antaño SABIAN familia Heredia la familia de un maestro es un alumno de la ONU. Estos procesos de Tecnificación, globalización, Generado han perdido gran conocimiento para cuidar de guardar el patrimonio nuestro impreso. En México, en una Escuela de medicina a la pertenezco Cual como un maestro, ha habido un Proceso de libros viejos tomar nuevos.

    Tener esa bohemia de la colección de disfrutar de tus primeras ediciones, destinados a tu mejor espacio para los libros, pero querida, lamentable que se usa este algun libro muriendo Porque El tiempo pasa y la Materia. Solo es dado en personas algunas. agradecidos de saber es que hay otros que compartimos posiciones MISMAS.
     Luz maria

  4. Quando tratamos sobre a relação literatura e leitores no Brasil, percebemos o quanto torna complexa a análise desse assunto, pois, ao fazer essa reflexão, entramos num território repleto de problemas, que além de crônicos, são culturais dentro da nossa sociedade. A começar pelo fato de que só consegue ler nesse país, as pessoas que pertencem a uma elite cultural ou financeira. Pessoas que estão em condições bem favoráveis – ou seja, estão bem alimentadas, saudáveis, possuem tempo para a prática de leitura e desde a infância receberam boa educação e obtiveram o acesso ao conhecimento – ou por meio de muito sacrifício, mantém o hábito de ler por prazer. Atualmente, devido ao avanço tecnológico e ao acesso fácil dos meios informatizados de enterterimento, faz com que o livro acabe competindo com esses estímulos eletrônicos, que cada vez mais, vão agregando os adeptos desses, de modo democrático, sem rejeitar qualquer que seja a faixa etária. Além, da informatização dos meios, há outros fatores contribuintes para o desinteresse pelo livro, que são a falta de tempo provocada pelos compromissos profissionais e sociais, a banalização dos valores humanos, e como já citado nesse artigo, o fato do divertimento estar associado aos narcóticos legalizados e aos ruídos artificiais. Contudo, mesmo com esses pontos indicados como legitimação do desinteresse pela leitura, o que talvez, seja um argumento mais justificado, é o de que a leitura exige antes de tudo um conhecimento cultural sobre o mundo em que vivemos e também, uma capacidade para que o ser humano possa permitir que a sua mente se concentre e decifre o código de comunicação transmitido pelo autor para o leitor e que esse último, consiga percorrer psicologicamente, as veredas criadas pelo autor da obra literária. Infelizmente, o que podemos entender, é que qualquer que seja o tipo de literatura, sempre haverá um público mais restrito a compreende-la e que esse, poderá sempre aprecia-la e interpretar as discorrências contidas no tradicional suporte impresso, que é o livro. Entretanto, é importante, não só disseminar o gosto pela leitura, mas, mostrar de quantas formas um livro pode se tornar interessante, a partir do momento em que soubermos como poderemos extrair uma visão de mundo, por meio, de uma simples e descompromissada leitura.

  5. mas ainda tem gente que acha q não gostar do livro torna a leitura chata… são coisas bem diferentes.

  6. Não gostaria de acrescentar aquí nenhum comentário sobre o texto do Prof Ricardo, nem sobre a leitura de livros, jornais e dos belos textos que encontro e me deleito na REA. Acho que os belos e competentes comentários que aqui lí, estão bastante claros e cristalinos ao reafirma a importancia da leitura. Mas se permitem, sinto falta mesmo é do dialogo travado em familia, nas refeições que antes faziámos à mesa, sentados nas calçadas. Vejo que a internet e a TV nos roubam esse delete oral, essa cultura setimental ..Não sei …não queria escrever …mas terminou saindo..vou continuar lendo que me saio melhor

  7. A leitura é imprescindível em nossas vidas e ela deve ser introduzida na vida das pessoas cedo, nas escolas, no cotidiano familiar, para que a televisão não abarque o tempo.Tempo esse, que deve ser usufruído pela mágica da leitura. Ler expande o raciocínio. Leva a pessoa a ser mais crítica perante o que ouve e o que vê.

  8. Muito bom o texto do professor Pinsky, mas, melhor ainda, é ler os comentários da professora Becker. Isso já é um bom hábito de leitura que gosto de cultivar.

  9. Caro Professor,

    Concordo em gênero, grau e número quando leio o seu artigo. E ao mesmo tempo em que leio, fico a pensar em quanto perdemos em frente na televisão tentando achar o barulho certo para não ficarmos em silêncio. Também como o nobre professor, não sou contra a sétima arte e não tenho restrições quanto ao uso da televisão, desde que ela seja informativa e educativa. Claro, se formos olhar por um ângulo mais político, entenderemos que não há educação sem política e no caso da televisão não seria diferente.
    Fiquei a pensar no título de seu artigo e lembrei que para lermos, alguém precisa escrever, assim como para assistirmos televisão há de se ter muitas escritas e (re)escritas, como leituras e entendimentos para que possa se tornar televisível ou mesmo vivar a sétima arte. Na verdade, temos o encontro de duas artes, o da literatura que nos levou às inúmeras leituras para fazer com o que fosse lido tivesse outra dimensão, desta vez saindo do imaginário para ser visto.
    Imagino que o problema todo esteja no filtro que utilizamos para selecionar o que é bom e o que é ruim, fato este que está muito ligado ao contexto histórico-social e cultural de cada um. O que me parece bom, nem sempre é bom para os demais e assim por diante.
    Quando o professor menciona o fato de estarmos em um consultório lendo, lembrei-me muito bem quando era menina ainda e acompanhava a minha mãe a estas salas, não havia televisão e tinha muitas revistas também. Sobre à mesa tínhamos as mais variadas formas de textos. Certa vez, imaginei que poderiam ter uma pequena biblioteca e que os livros poderiam ser trocados pelos pacientes e até poderiam ser levados embora, desde que deixassem outro no mesmo lugar. Percebi então que muitas das vezes, nesta minha imaginação, o livro levado era de maior qualidade de leitura do que o livro deixado ou vice-versa.
    Mas quero trocar a pergunta, porque ler não é chato, ler é um ato “transdimensional” e somente vai poder entender isto quem comete este ato. E para cometê-lo há de se ter uma boa escrita. Quero, então, trocar a pergunta como dizia e pergunto, ler o quê?
    Bem sabemos que as obras marginais são formas de leituras, mas não são as únicas formas e massificar consultórios de revistas que somente falam de futilidades, de nada serviria, a não ser para manter o hábito da leitura, hábito este muito questionável, uma vez que não abrange conhecimento algum. Imagino que devemos ter cuidados com nossos hábitos, porque muitas vezes eles nos afastam, com tempos perdidos em coisas fúteis, das boas coisas da vida, como a literatura universal.
    Há tanta literatura marginal boa que por meio delas poderíamos formar leitores para à grande literatura e há tantas campanhas de leituras pelo mundo a fora que poderiam implantar em consultórios, ambulatórios e em salas de espera gerais, diversas formas de inserção para a literatura universal por meio dessas literaturas marginais. Afinal, com leitores aptos à arte da escrita eles teriam o mundo aos seus pés e nem precisariam sair de onde estavam.
    Ler não é chato, chato mesmo é não sabermos utilizar o nosso ócio.
    Imaginei, cá com meus botões, todos os consultórios com boas leituras, principalmente, os infantis.

    *Gislaine Becker
    Professora das literaturas portuguesa e brasileira; autora do projeto Livro Aberto; trabalha com metodologias de literatura; doutoranda em Ciências da Educação.

  10. Penso que ler, não é tão chato, mas os escritores que tornam a leitura tão chato.
    como um paciente na fila de espera, pode ler um livro ou artigo daquilo que lhe interesa.
    como ler Antropologia, se a antropologia não me interessa, esse e outro lado da historia, professor DoutorJaime Pinsky.
    Outro lado da historia é a socialização para a leitura, a criança deve começar a ser estimulado a leitura, ela não pode ser circonscrito apenas ao muro das Universidades. vamos Universalizar a leitura para que ela não seja chato.

    Joaquim Miranda Maloa
    Moçambique- Centro de Pesquisa e Promoção social

  11. talvez nos gabinetes médicos, mas no metrô, no trem, tem (verbo ter impessoal: idiomatismo dos mais legitimos) cada vez mais gente lendo, sonhando, aproveitando tempo de transporte para viajar bem mais longe.
    ainda ontem estava pensando o quanto aprecio, e cada vez mais, essa evasao(nao tenho todos os acentos do português) que certamente é mais barata que as produzidas pelas ultimas tecnologias, mas que também é infinitamente mais rica e emocionante ou divertida.
    feito o preâmbulo, la vai minha historinha: em plena adolescência (ainda tem acento?), de férias na casa do tio Joaquim, que lia muito Seleçoes, mas que tinha também bons livros, li na mesma quinzena O conde de Monte Cristo e David Copperfield. Acho que foram as melhores viagens que fiz na vida. Descobrindo as maravilhosas maquinas de contar evasoes de uma prisao inexpugnavel de uma prisao numa ilha, as vinganças frias do aventureiro qui conquista Paris; os sofrimentos do menino de olhar arguto sobre os vicios e hipocrisias da sociedade inglesa que fornecia o modelo ao mundo em modernizaçao acelerada… tudo isso foi também um aprendizado, mas pela fascinaçao, pelo prazer de embarcar nesse tapete voador inigualavel que é uma boa leitura.
    e paro por aqui, que outras leituras me esperam. diga-se de passagem, jamais com aquele gosto perfeito das leituras feitas na adolescência. como tudo o mais, afinal.
    sua criada obrigada,
    Regina

  12. A leitura independente do gênero, é sempre um deleite, por isso é importante desde as séries iniciais da escolarização das crianças que elas sejam incentivadas, principalmente a nossa que é muito rica e de qualidade.

  13. Se todas pessoas que buscam cultura útil tivessem acesso ao blog da Revista Espaço Acadêmico, com certeza seriam deuses de saberes, cada artigo que situa muito bem o cotidiano social, as sujestões so podem ser de mestres do conhecimento os textos de entendimento fáceis isso é tudo de bom.
    Parabens, estes dois untimos artigos bem trabalhados em sala de aula formal ou em palestras de educação popular é estrada aberta para o sucesso da desconstrução de tanto preconceito e exclusão na nossa sociedade dita “Democrática”.
    Um abraço
    Obrigada pela oportunidade de receber conhecimentos úteis.

  14. Verdade. Estamos perdendo os nossos espaços de leitura. e onde os temos não nos sobra o dito tempo. Assim, vamos vivendo sob o império da televisão e dos seus programas chatos, para sermos brandos, nos hosrários que buscamos o aconchego de um quarto. Aliás, aí não dá mesmo para ler nada. O impérioé da cara metde ao lado, fisgada nos seus programas ou nos desfile de moda de Luciana. Do tal BBB nem é bom falar. Um assédio. E o interessante de tudo isso são os professores, que naa leem (puxa, e o acento?), exigindo e cobrando leitura dos meninos digitais, excelentes leitores de mensagens e torpedos de celulares. Poesias? Crônicas. Cordéis. Parecem coisa do outro mundo. Como educador que sou e “escrivinhador” do cotidiano, sofro com isso. e me decepciono quando coloco algo ou indigo o site do Ozaí ou um texto desse à disposição. Enquanto isso, as livrarias se entulham de auto ajuda. Como prolliferou isso. Ajuda para tudo, até par quem jamais lerá um desse best sellers, E por aí a fora, caro professor. Mas, como se diz por aqui, que o sertanejo é forte… quem sabe um dia os meus leitores passem de meia dúzia de seis.

  15. Belo texto e com certeza, de grande valia. A televisão está cada vez mais sendo um inimigo dos mais inconvenientes que entra nos lares sem ser convidado, é claro que temos um instrumento que podemos fazer o uso que quisermos, que é o controle remoto ou mesmo o botão de desligar e também sabermos aproveitar o que às vezes resta de útil. Quanto à leitura concordo perfeitamente é um dos meios mais rápidos de viajarmos, de descobrirmos tantas coisas importantes para o nosso cotidiano, mas realmente é difícil colocar isso na cabeça de muitas pessoas, quem sabe um dia, parabéns pela reflexão.

  16. O incrível da leitura é você relembrar trechos do que leu ao longo da vida.Quando isso acontece, imediatamente procuro o livro onde o trecho estava escrito.Muitas vezes você relê e entende outros significados que outrora lhe escaparam.

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