“O Grande Inquisidor” de Dostoievski e a manipulação religiosa das massas

CARLOS RUSSO JR.* Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (11/11/1821 - 09/02/1881 No dizer de George Steiner “O Grande Inquisidor”, uma lenda contada por Ivan Karamazov a seu irmão Aliocha, é prometeico quanto ao ficar os pés no passado,permitiu antever o futuro manipulável da sociedade de massas. Pois a religiosidade utilitária aponta tanto para as recusas de liberdade … Continue lendo “O Grande Inquisidor” de Dostoievski e a manipulação religiosa das massas

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Uma luta pelos direitos das relações poliafetivas: a literatura como expoente de uma revolução comportamental

VINNI CORRÊA* A poligamia é comum em diversos países de cultura muçulmana como Argélia,Marrocos, Iêmen, Catar, Kuwait, Jordânia, entre tantos outros, sem entrar no mérito de como ela se deu historicamente. Já na Europa e nas Américas, a poligamia não é aceita. O poliamor praticado informalmente, ou seja, sem envolver casamento ou união estável, é … Continue lendo Uma luta pelos direitos das relações poliafetivas: a literatura como expoente de uma revolução comportamental

Tráfico de drogas ilícitas e capitalismo

* “[...] quando se leem os textos políticos de Marcola [líder do PCC] e quando se conhecem as tentativas desta organização para ser considerada como um movimento social,penso que o PCC constitui, no meio criminal, o equivalente das Empresas com Responsabilidade Social.” João Bernardo “Crack, cocaína e heroína são tudo que o capitalismo tem para … Continue lendo Tráfico de drogas ilícitas e capitalismo

Zé Dirceu: memórias da amargura

MÁRIO MAESTRI* Não é pouco. José Dirceu, primeiro homem do PT após Lula da Silva e, a seguir, a besta-fera do “Mensalão”, propor despir-se diante de todos, ao escrever sua biografia, do nascimento até 2005, quando foi atirado pelos companheiros petistas aos leões famintos da Justiça torta e da direita ensandecida. Valoriza o texto ser escrito … Continue lendo Zé Dirceu: memórias da amargura

A flecha envenenada e a arrogância etnocêntrica

MARCELO GRUMAN* Quando adolescente, estive em Israel num programa de intercâmbio cultural. Em Jerusalém, uma das principais atrações turísticas, ao lado do Muro das Lamentações, era o bairro de Mea Shearim, um dos mais antigos da cidade e habitado por judeus ultraortodoxos desde sua fundação, na segunda metade do século XIX. Suas ruas, sua arquitetura, … Continue lendo A flecha envenenada e a arrogância etnocêntrica

Brasil 2018: para além do fascismo

MÁRIO MAESTRI* 1. Eleições: “Frente Democrática” contra a “Ameaça Fascista” As candidaturas de Jair Bolsonaro e de Fernando Haddad foram apresentadas pela direção do PT como confronto geral entre a civilização e a barbárie, o fascismo e a democracia. Propôs-se a necessidade de campanha eleitoral que reunisse, sem exceções, todos os tidos como democratas, mesmo … Continue lendo Brasil 2018: para além do fascismo

La crítica más antigua a la democracia

ALBERTO BUELA* El primer autor del que tenemos noticias acerca de una crítica a la democracia es un ignoto aristócrata ateniense conocido como el Pseudo Jenofonte, quien allá por el año 424 a.C. escribió un breve texto conocido como Aqhnaiwn politeiaV = República de los atenienses. En este opúsculo, de unas veinte páginas, el autor … Continue lendo La crítica más antigua a la democracia