Modelo americano ou europeu: qual o melhor caminho para a Universidade brasileira?

por João Fábio Bertonha*

Desde que iniciei minha vida universitária, como aluno de graduação, várias coisas são aparentemente imutáveis. Uma é o fato da Universidade estar em “crise” (que, de tão contínua, deveria ser chamada de outro nome) e a segunda são as promessas dos candidatos a Reitor e outros cargos da administração superior durante as épocas eleitorais: defesa da autonomia e do caráter público da Universidade, administração competente, manutenção do trinômio ensino/pesquisa/extensão, valorização do material humano, recuperação da infra-estrutura, etc.

As perguntas que ficam para mim é se a Universidade brasileira é tão medíocre como tantos gostam de afirmar, se há elementos para pensar na sua reforma e se existem critérios para definir se uma Universidade é boa ou má. Quero crer que sim, e me parece que uma comparação com a situação em outros países pode ser de ajuda. Evidentemente, nesse espaço restrito, não imagino ser possível uma longa discussão sobre modelos internacionais de Universidade. Do mesmo modo, não vejo porque idealizar a situação no exterior, como se lá fora só existissem sucessos e tudo funcionasse como um relógio. No entanto, talvez valha a pena colocar os nossos problemas em contato com os dos outros, de forma que possamos conhecer melhor esse mundo acadêmico mundial de que fazemos parte.

Realmente, esse mundo é mais parecido do que imaginamos. As vezes, escutando meus colegas franceses ou canadenses se queixando dos cortes de verbas, da caminhada da Universidade para a “privatização branca”, das salas super lotadas ou dos alunos que entram semi-analfabetos e saem ainda piores, consegui perceber que nossos problemas são mais gerais do que parecem. Claro que as proporções dos problemas são diferentes (sendo até engraçado, para um latino americano, escutar queixas sobre bibliotecas sucateadas na Itália ou na Bélgica quando elas seriam um sonho na maioria dos campi brasileiros), mas a realidade é mais ou menos a mesma.

Eu, as vezes, me pergunto qual Universidade seria possível ou desejável para o Brasil, mas me convenço cada vez mais que caminhamos para um modelo americano, mas um americano piorado.

O modelo americano e, em menor escala, britânico, é realmente peculiar. A maior parte dos jovens é atendido pelo sistema, mas as Universidades não são iguais. Nos Estados Unidos, é possível encontrar desde “Liberal Art Schools” centradas no ensino e “Community Colleges” regionais destinados a atender alunos menos preparados até as Universidades top de linha, como Harvard, Yale ou Princeton, que são particulares, mas recebem enormes financiamentos públicos e são responsáveis pelo grosso da pesquisa e da formação da elite intelectual do país. Mesmo nas Universidades voltadas ao ensino, porém, a infra-estrutura física e humana é, em geral, invejável e a formação fornecida é de qualidade.

No Brasil, parecemos estar caminhando para um sistema parecido. Efetivamente, eu vejo o sistema universitário brasileiro hoje como formado por três níveis: no topo, um punhado de instituições de elite, com pesquisa de ponta, razoáveis condições de trabalho e possibilidade de falar de igual para igual com as melhores do mundo. Aí se encaixam a USP, a Unicamp e algumas federais. No segundo nível, as boas Universidades, que combinam pesquisa e ensino e lutam para se aperfeiçoar. Estas seriam a maioria das estaduais e das federais e algumas particulares. Por fim, uma grande massa de Universidades que o são apenas no nome, com dedicação exclusiva ao ensino ou pura e simplesmente uma farsa, uma máquina de produzir dinheiro e analfabetos diplomados. Nessa categoria, entram parte substancial das particulares e algumas públicas.

A princípio, não vejo grandes problemas em utilizar o sistema americano, que, afinal de contas, tem méritos. No entanto, não adianta copiar a forma sem a substância. Como visto, nos Estados Unidos, há muitas boas escolas, privadas, onde a pesquisa é mínima, mas onde o ensino é ótimo. No Brasil, porém, não se controla essa qualidade e o resultado é a proliferação de faculdades destinadas apenas ao lucro, o que é apenas uma fraude para os alunos e para a sociedade.

De qualquer forma, as instituições centralmente dedicadas ao ensino, apesar de poderem cumprir um papel importante na formação escolar de muitas pessoas, não podem, na minha opinião, cumprir aquilo que imagino ser a função central da Universidade, ou seja, produzir conhecimento, idéias e cidadãos. Esse é o papel das Universidades que aliam pesquisa, ensino e extensão. São elas que deverão gerar os conhecimentos e os cérebros de que o país precisa para se desenvolver e para pensar a si próprio e são elas que mais precisam, a meu ver, de reformas urgentes.

Na minha opinião, a Universidade brasileira padece de várias mazelas. Entre elas, destaco a falta de recursos financeiros; a acomodação de professores, alunos e funcionários; a falta de cobranças internas e externas e o corporativismo. Sobre elas, o sistema universitário americano pode nos ensinar algo.

O primeiro tópico é dos mais polêmicos. Os governos federal e estaduais dizem gastar montanhas de dinheiro com as Universidades e seus alunos ricos, em detrimento do ensino básico. É questionável se a Universidade pública tem apenas alunos de elite (o que talvez seja verdade para cursos como Medicina, mas não para o conjunto) e não me parece que gastamos somas tão altas assim na Educação, em todos os níveis. Em termos de percentual do PIB, nós gastamos somas parecidas com a de alguns países de Primeiro Mundo. No entanto, esses países não tem uma população largamente jovem e com séculos de atraso para compensar. Nações que enfrentaram a mesma necessidade de suprir séculos de descaso pela educação e pela ciência, como os Tigres Asiáticos, transferiram uma percentagem muito maior de recursos nacionais para a educação, em todos os níveis. Assim, mais dinheiro para salários, bibliotecas e laboratórios é essencial. Dinheiro gasto com critérios, obviamente. E, a propósito, se há algo que não falta no sistema americano, é isso: dinheiro, infra-estrutura, recursos.

No sistema americano, aliás, todos os alunos pagam pelo seu período de estudos. Eu não seria, em princípio, contrário a que os alunos pagassem algo pela sua educação, desde que houvesse um sistema compensatório eficiente para financiar os incapazes de sustentar as despesas. No entanto, o grosso dos recursos despendidos pelas Universidades de pesquisa americanas se origina ou do Estado ou de patrimônio próprio. Nenhuma Universidade digna do nome se sustenta apenas com mensalidades de alunos e quem, no Brasil, defende que a Universidade se sustente só cobrando os estudantes está nos levando mais perto do modelo argentino (que quase destruiu o sistema universitário e científico daquele país) do que do americano.

Outra característica do sistema americano que muito me agrada são as cobranças e busca de eficiência e qualidade. Ninguém de bom senso espera avaliar a ciência com base em critérios quantitativos (“publicar x artigos em período y”) ou medir a qualidade de um professor com algum aparelho. No entanto, há critérios mínimos para avaliar se o profissional está cumprindo suas tarefas e as Universidades americanas os seguem, em geral, com cuidado. O professor é avaliado continuamente em suas atividades de docência e pesquisa, tem todas as condições materiais para cumpri-las e recebe incentivos salariais e outros em caso de avaliação positiva e punições, podendo chegar a perda de emprego, em caso de comprovação de pouca eficiência. Um sistema não isento de falhas, mas muito melhor do que o que temos no Brasil, onde muitos professores e pesquisadores se acomodam frente a falta de cobrança ou de recursos para fazer o seu trabalho e ficam a espera da aposentadoria, sem pesquisar e sem publicar. Não é a toa que as pesquisas internacionais nos colocam como dos mais improdutivos do mundo. Para piorar, o clima de mediocridade geral acaba atingindo os alunos, mais preocupados em “passar na moleza” e não fazer nada do que realmente estudar e se aperfeiçoar.

Este, na verdade, é o ponto chave do sistema americano, na minha opinião: cenoura e chicote. Todos, professores e alunos, recebem condições para cumprir suas tarefas e são cobrados por elas. Não é um sistema isento de falhas, mas funciona melhor do que o sistema brasileiro, tanto que não espanta o domínio do sistema científico americano no mundo.

O modelo europeu é um pouco diferente, pois quase todas as Universidades são públicas e essencialmente gratuitas. No entanto, guardadas as proporções, a mesma situação dos EUA se repete: existem condições de trabalho, pesquisa e debate acadêmico e cobrança para que resultados sejam apresentados (especialmente em países onde a tradição acadêmica e o sistema de avaliação e cobrança são mais enraizados, como na Alemanha). Ou seja, aqui também a Universidade cumpre a sua função de produzir conhecimento, estimular a busca de soluções e a criação de idéias na sociedade e formar mão de obra e cidadãos.

Não sei honestamente qual o melhor modelo para o Brasil. Eu prefiro o sistema europeu. Educação, pesquisa e ciência não são apenas investimentos; são direitos da população e ensino gratuito e de qualidade com pesquisa científica e tecnológica de ponta são o meu ideal para todas as Universidades. No entanto, para isso se reproduzir aqui e para a Universidade pública absorver toda a população em idade universitária, seria necessário um investimento financeiro imenso do governo brasileiro, que talvez  não seja possível. O sistema americano não me agrada tanto, mas talvez seja o mais viável por agora no Brasil. Mas desde que seja usado como modelo tanto para as mazelas como para as qualidades. Copiar só as formas para esconder problemas e fingir que tudo vai bem é inútil.

Na verdade, o que me parece através desse giro por vários exemplos internacionais é que não importa tanto se nos baseamos no modelo europeu ou no americano; se a Universidade é estatal ou não. O importante é ter infra-estrutura humana e material e gente motivada pela avaliação contínua e pela sensação de estar fazendo um trabalho essencial para o país. Se não for para isto, é melhor o governo federal baixar um decreto dando o título de Doutor para todos os brasileiros. Seremos o povo mais educado do mundo, as estatísticas melhorarão e todos ficarão felizes. Uma bela mentira, mas ao menos não fingiremos mais que estamos tentando resolver um problema quando não estamos.

 


* Doutor em História (Unicamp) e docente na Universidade Estadual de Maringá, Departamento de História. Publicado na REA nº 14, julho de 2002, disponível em http://www.espacoacademico.com.br/014/14bert.htm

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6 comentários sobre “Modelo americano ou europeu: qual o melhor caminho para a Universidade brasileira?

  1. Que poxa! Devo, sem ironia, confessar que tanto o conteúdo do artigo em apreço quanto os comentários bem fundamentados dos colegas deixaram-me atônito. Antes de mais nada, é imperioso ressaltar a qualidade e precisão dos argumentos elencados pelo autor do texto. Sem dúvida, com proficiência ímpar, o Srº Bertonha dissecou aspectos que são imprescindíveis a uma leitura crítica e transformadora do “status quo” bacharelesco nacional (em especial, a meu ver, o público). De igual modo, o paralelismo proposto por alguns colegas entre o infortúnio que viceja no nível superior e a sementeira dessa aberração, que é a escolarização básica e média. Ou seja, tanto a graduação como os níveis fundamental e médio padeçem, em algum grau (porém, por diferentes matizes), da mesma agrura. Isto posto, atrevo-me, aqui, a registrar um estranhamento: segundo o autor do presente artigo, se há ilações que bosquejam um eminente monopólio das universidades públicas, em solo tupiniquim, por parte de alguns privilegiados, estas seriam válidas apenas em alguns casos. Pois bem, não fossem respaldáveis tais ilações, como explicar, sem sofismas ou falácias, o fato de que os cursos mais proeminentes (cujas vagas são altamentes disputadas) apresentarem, na quase totalidade (isto para usar um eufemismo), discentes oriundos das classes mais abastadas de nossa heterogênea sociedade. Por esse prisma, a participação de alunos (não pertencentes à “elite” econômica) em cursos de graduação (sobretudo, aqueles voltados à docência), não seria mais uma proletarização desses cursos do que um irrefutável acesso (equânime) dos cidadãos brasileiros às universidades públicas? Ao arremate, cabe pedir desculpas, se com a minha indagação fugi do foco erigido ao longo do texto. Mas não poderia deixá-lo de fazer, posto que, segundo a maneira como entendo a questão, há, sim, uma horrenda e deplorável contradição no caminho a ser percorrido pelos nossos estudantes ao longo da escolarização, qual seja, aqueles advindos de escolas públicas, no mais das vezes, não ingressam (quando, enfim, completam o ensino médio) em instituições de ensino “gratuitas”, salvo poucas e honrosas exceções (como, no caso daqueles que, por vários fatores conjugados entre si, proletarizaram-se, ou seja, deixaram de ser salvo de interesse dos filhos da “elite”). Abraços.

  2. Concordo com o referido colega, mas antes de começarmos a discutir o problema na área das universidades, temos que rever o problema educacional na primeira base. sou professora na área do ensino fundamental, e sempre me preocupo o que nós educadores estamos passando para nossos alunos, e o que vejo me preocupa muito, pois o governo dando gratificações para as escolas pelo percentual de aprovações, isto é nossa obrigação de colocar conteúdos concretos e não pelas gratificações que vamos obter.
    Tendo estes conteúdos nossos alunos poderão obter um ensino de qualidade e ai assim poderemos cobrar nas universidades, mas antes disso temos que lutar para termos um ensino de qualidade nas escolas publicas de ensino fundamental e médio, pois é uma minoria da classe brasileira que pode pagar um colégio particular e com grandes professores.
    Outra coisa é o governo brasileiro dá condições para que os professores de rede estadual e municipal possam sempre fazer cursos gratuitos, para assim estarem sempre qualificados de igual modo com os da rede particular.
    Obrigado por este comentario.

  3. Concordo contigo,caro colega,a isto acrescento a tradição cultural dos milionários norte-americanos de criarem suas fundações e estas contribuem com recursos para a formação da massa crítica daquele povo.Eu até penso que existem mazelas comuns nos três modelos de universidades,a brasileira,a americana e a europeia;apenas como ilustração,e não como generalização – qdo.estive na Espanha no período do meu curso de doutoramento,ao buscar um exemplar de uma determinada obra,ficou constatado em um dos campi que só existia um examplar e este a muito estava com um professor,conclusão:conclui o curso e livro não retornou ao acervo da biblioteca.Parece um fato muito pequeno,mas meu orientador de tese apenas me indicou este livro como fonte de pesquisa para que eu elaborasse minha tese.Qdo cheguei no Ceará,nordeste do Brasil,encontro no acervo da biblioteca da fac de Educação a tal obra em português.São pontos assim que nos fazem pensar por onde passam as mazelas da coisa pública,se é público posso me aposar.Penso que não é só o terceiro grau que nos chama a uma posição crítica,incluindo o financiamento,e a Escolarização como um negócio rentoso,um filão para o ganho de dinheiro.Ao analizarmos as liberações oficiais de recursos para o ensino brasileiro chega-se a perceber que a soma destinada é significativa e se o que é liberado chegasse total a ponta do sistema,ou seja,ao aluno muito melhor poderiamos estar,contudo sabemos que no caminho são muitas as mordidas e que não são pequenas.Nos falta o espirito público para gerir a coisa pública.Todos nós fazemos práticas de clientelismo,de favorecimento pessoal com instrumentos públicos,basta para isto verificarmos a postura dos “representantes do povo” e pensar que todas estas práticas são educativas,não é só a escolarização.São muitos os gargalos culturais e sociais que imperram o fluir do conhecimento,mas vamos em frente,chamando a atenção dos colegas professores para que corrijam suas próprias práticas de defenderem a privatização do ensino público e sua auto-esclusão tecnológica,pq para acompanhá-la há que se estudar muito.
    Desculpe colega se escrevi outro artigo,não era esta minha intenção,mas a força da realide de 45 anos militando na educação pública(sempre como professora) me dirigiu para estasw colocações que espero seja entendidas.
    profa.teresinha machado

  4. Gostei do artigo! É uma tentativa bem didática de iniciar a discussão sobre o ensino superior, no Brasil, mas a questão é que o problema não é somente do ensino superior.
    O problema que é detectado nas universidades, eu detecto nos níveis fundamental e médio, também, com agravantes: a questão não é o aprendizado, ou o ensino, mas a estatistica final que deve comtemplar um X de aprovações para que o prefeito Y possa apresentar a “qualidade do ensino” no seu município. Escola com mais aprovações terá professores com melhores salários, por exemplo, ou por outro lado, o aumento salarial estará atrelado à quantidade de aprovações.
    Assim, me parece que não é somente o modelo de universidade que o Brasil precisa discutir, mas o modelo de Educação que o Brasil necessita, como é dito, com as suas caracteristicas intrínsecas; e após o diagnóstico, não há tamanho de investimento que o Brasil não possa fazer desde que haja a decisão política para fazê-lo.

  5. Caro João Fábio Bertonha,

    Diante das informações e argumentos apresentados em seu artigo, sou tomado por dois sentimentos: apreensão e admiração. O primeiro provém dos fatos apresentados pelo senhor; o segundo da maneira clara, objetiva e bem articulada como os mesmos fatos foram apresentados.
    Sou professor de filosofia. Já lecionei para a graduação, na Universidade Federal de Sergipe, e hoje leciono no Colégio de Aplicação (níveis fundamental – 9ª Série – e médio – todos os anos). Deixei o ensino na graduação por um motivo: também dirijo uma agencia de publicidade e pelo trabalho recebo bem mais do que no ensino público. Bem, só para me apresentar. Voltando à realidade universitária brasileira, devo, sem hesitação, concordar com o senhor. No espaço acadêmico, me vejo pressionado a produzir e produzir. Não que tenha algo contra, pelo contrário. Creio que só se pode provar que domina um assunto propondo diálogos sobre o mesmo com campos afins e complementares. Ou, até mesmo, com campos que , em princípio, não ofereceriam, por suas naturezas, possibilidade de interação. Contudo, produzir comunicações para congressos, encontros e seminários de forma contínua e acrítica é, na minha opinião, contribuir para o entulho teórico. Quanto as universidade particulares que se proliferam, sem dúvida estamos diante de uma onda do Mal. Tenho acompanhado, aqui, em Sergipe, o “crescimento” dessas “instituições”. Assisto à formação de massas e massas de formados sem a capacidade de, pelo menos, produzir um artigo de três páginas seguindo as normas da ABNT. E se levarmos em conta a total ignorância quanto à produção de conhecimento no campo da História, da Filosofia e em outros mais, a realidade que se afigura é catastrófica. Eu mesmo, ainda que não desconheça Popper, Ranke, Weber, Nietzsche, Maritain, Certau, Le Goff, Kuhn… Não me ponho muito acima dessa mediocridade. Concluido o mestrado em Educação (linha História da Educação) sei das minhas falhas do quão pouco aprofundei discussões sobre os objetos de estudo e o pouco que recorri aos suportes teórico-metodológicos necessários.
    Me vejo na obrigação de assumir que me formo tardiamente (com mais de quarenta anos) e que talvez não viva o bastante para ler, analisar, pensar e produzir num nível de quantidade e qualidade que contribua, ainda que minimamente, para modificar a atual situação.

    Obrigado por permitir o acesso às suas idéias.

    Receba meu abraço com admiração.

    Mittaraquis

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