Aos instantâneos Doutores em Política das redes sociais

WELLINGTON FONTES MENEZES*

texto wellingtonAproveito a oportunidade para parabenizar a todos que conseguiram se formar em doutores em ciências políticas e sociais somente assistindo a TV Globo ou reacionarismo do Grupo Bandeirantes, mimetizando pífias leituras de jornais como o Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo ou o tablóide sensacionalista da Revista Veja, ouvindo rádios assumidamente de direita como a Jovem Pan de São Paulo, reproduzindo alguns cacarecos das redes sociais e desorientados vídeos anônimos de fontes questionáveis do Youtube.

O grande acervo que incita a política do ódio por meio da desinformação generalizada provém dos grandes grupos controladores das informações noticiosas do país. É impossível falar em democracia plena de qualquer nação sob o manto nefasto do monopólio da informação por parte de um pequeno e poderoso grupo de controle de afetos informativos.

Fico com uma baita inveja, pois é tão cansativo e longo o processo de formação da graduação ao doutorado. Espero que em breve obtenha o meu título do doutorado, mas nunca da forma tão fantástica, instantânea e fanatizada daqueles que analisam política nacional sem ao menos ter um único livro digno de História do Brasil. Sim, assumo minha incompetência por não conseguir obter tal “nível de cosmovisão” de forma tão imediata!

Sim, cada um tem sua opinião, mas ofender os demais que são contrários a esta opinião além de ser deselegante é insensato e pouco agrega para a civilidade. Não estou subestimando a inteligência de nenhum dos “doutores”, mas fazendo um apelo à consciência. A soberba e a arrogância dos ignorantes teleguiados por uma rede midiática de noticiais sensacionalistas, insuficientes e deturpadas.

É sintomático que aqueles que nada sabem e que odeia política são justamente os que mais buscam se impor de forma intolerante no atual cenário de caos político cujo epicentro se instalou em Brasília. Logo, irrigados de informações subjetivas, depois vão mimetizar a versão que a grande mídia impõe, constituindo-se assim, a marca daqueles que nada sabem e buscam através de ofensas construírem uma argumentação que ora se torna risível, ora se torna patética.

Como sempre escrevo, a política não é um pedante enredo de novela da Globo. Como diria um velho bordão de comercial de televisão: parece, mas não é. Ela estabelece um longo vínculo de problematizações e conjecturas que não são triviais a qualquer leitura enviesada do Jornal Nacional entre uma garfada do jantar e um olhar na telinha.

Parafraseando o escritor italiano Umberto Eco, falecido recentemente, as redes sociais se transformaram na seara dos imbecis. Na hipótese que tenha ele tenha sido um tanto duro, mas o que estamos atônicos assistindo é um festival de grosserias sem nexo, sem propósito, sem lastros, onde apenas o ódio é lançado como se fosse análise torrencial da política. O típico cidadão comum como adora ser dizer aos quatro ventos, o “cidadão de bem”, virou uma metralhadora ambulante nas redes sociais alimentada de estupidez e a intolerância. Pior que isto, será transpor a gritante irracionalidade das redes sociais para o cotidiano social, despejando agressões toscas por alguém ser contrário ou a favor de algum fato ou portando uma dada vestimenta de uma determinada cor. Não podemos entrar na paranóia do legado medieval do Tribunal do Santo Ofício onde o suspeito é automaticamente culpado!

Vale ressaltar que, no horizonte da vida cotidiana, podemos gostar ou não de política, mas acima de tudo, devemos manter a sobriedade, tolerância e cordialidade entre os pensamentos dos outros. Ser adversário é diferente de ser inimigo! O primeiro é o confronte de idéias e o segundo é um rito de guerra. Não podemos partir para uma infantilizada guerra tribal a qual sequer os seus participantes sabem exatamente por que estão gritando uns contra os outros.

Espernear-se por algo que se desconhece por completo porque alguém disse que é feio, chato e bobo? Vamos com calma que o andor é de barro, já diria um velho ditado. Ao contrário que a grande mídia expele a todo o momento a fim de gerar um clima de histeria coletiva, a política é muito mais complexa do que a simplificação grotesca deseja desenhar com um único propósito: enganar deliberadamente as pessoas as quais tem pouco ou contato com a política propriamente dita.

É preciso entender que se um país adentrar uma crise de esfacelamento das instituições ditas como democráticas, é sintomático que todos juntos irão pastar sem direito a alfafa. Todos os mais pobres e desprotegidos, pois aqueles que provocaram tal crise, os ricos, com a nau a deriva, pegarão seus passaportes e darão o fora estourando champanhe e degustando caviar. Xingar, gritar entrar em clima de convulsão histérica contra esta ou aquela figura pública, por sinal, sempre o sujeito da vez o qual a mídia quer que seja linchado moralmente, apenas mostra que o nível da intelectualidade política não é das mais requintadas. Pelo contrário, é apavorante!

Criticar sim, mas também procurar ouvir outras versões, entender que não é possível que de repente, como num passe de mágica, todos ficaram de birrinha e querem que o país se exploda em aventuras que a História mostra que são sempre trágicas. Viver é, acima de tudo, conviver! Sabemos que o convívio mútuo é uma arte das mais hercúleas e refinadas. Ressalto que somente e, tão somente, ofender políticos com orgulho no coração não é debater política, mas justamente o contrário, é mostrar claramente que quem faz tal atitude não entende absolutamente nada dos meandros políticos. Sim, você pode xingar quem desejar, mas lembre-se que o ódio é uma doença de fácil contágio e, uma vez acometido desta gravíssima patologia, será também de difícil cura.

Sem ideias mais sólidas, xingar por xingar cai na banalidade a qual não se sustenta sequer a um vento provocado por asas de um mero pernilongo. A propósito, conversas de botequim são bacanas e legais, mas não significa também que entre uma cerveja e outra, o sujeito fica mais consciente em falar sobre os rumos do mundo da política. Falar coisas que normalmente ele diz somente quando não tem mais nada de útil para se comentado e, a partir daí, improvisa-se alguma linha de raciocínio de puro devaneio. Tudo isto é normal dentro do ambiente privado, familiar, informal das pessoas, mas tratar esta banalidade como “assunto sério” e, ainda, criar um clima de histeria a respeito jorrando ódio por todos os poros, inclusive com viés intolerante em praça pública, é sintomaticamente neurótico.

Retomando o que foi dito anteriormente, apenas reafirmo que não é fácil chegar ao doutorado. Não quer dizer que a pessoa é mais ou menos inteligente se não tiver algum título acadêmico.  Todavia ao menos pressupõe que ela tenha um pouco mais de leitura e amadurecimento sobre algum dado assunto em particular. Também não significa o entronamento de ninguém, uma vez que a política é a arte da sua prática, assim como tem muitos professores, sindicalista, militante de movimentos sociais e pessoas de uma simplicidade maravilhosa são muito mais astutas sobre a prática política (o “saber fazer”) sem ter um burocrático título do que qualquer “laureado diplomado”. Política e práxis são elementos que quando trabalhados concomitantemente é de grande serventia ao seu praticante.

A questão central é que a política é para além (muito além!) de uma partida de futebol. Neste quesito, no futebol, o campeonato acaba e o único vencedor comemora e os restantes se lamentam até a abertura da sua próxima edição. Na vida prática, a política é diária e vencedores e perdedores são os elos que se constrói o mundo capitalista os quais nos inseriram a contragosto (Alguém pediu para nascer?).

Todavia, fico feliz que muitos acreditam firmemente serem “doutores” em sociologia política simplesmente num passe de mágica. É num plim-plim que, por osmose, transfere-se “saber político” ao passivo e ignorante espectador. Pronto, logo, em três minutos o sujeito sabe tudo de um dado assunto político irrigado pela leitura da tela e, poderíamos chama-lo de “cientista político miojo”, em referencia à rápida peculiaridade de preparação de um dado tipo de macarrão. Doravante, diante da desertificação da cultura, é prudente o destilar de menos ódio gratuito e mais ouvido atento com apego à razão. A vida não deve ser um campo de guerra de todos contra todos sem compreender para que lado se atire. O clima da desinformação semente serve aos interesses daqueles que querem se aproveitar justamente da sacripanta ignorância alheia. O tempo certamente provará quem tem razão, se é arrogância dos ignorantes ou a farsa das tragédias anunciada.

Mais uma vez, pede-se que se ande com muita calma com o andor é de puro barro. A solidariedade é o motor que é distingue os seres humanos e os objetos inanimados. Não precisamos de um diploma para ter conhecimento de mundo, mas precisamos de senso crítico e amor (esse afeto mais caro e árduo de ser operar). Logo, que possamos (re)construir como seres humanos responsáveis, a vida em conjunto com outros seres igualmente humanos. Discordâncias sim, agressividades jamais! Vale a reflexão a qual a solidariedade é sempre maior e mais construtiva do que qualquer desagregadora estupidez.

* menezesWELLINGTON FONTES MENEZES é Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Bacharel e Licenciado em Física pela Universidade de São Paulo (USP). Professor Universitário e da Rede Pública do Estado de São Paulo. E-mail: wfmenezes@uol.com.br Blog: www.wfmenezes.blogspot.com.br

Anúncios

11 comentários sobre “Aos instantâneos Doutores em Política das redes sociais

  1. Corrupção é generalizada. (Questão fechada). Wellington, teu texto é prolixo, redundante, falta coerência e coesão; também não foi revisado. Em alguns tópicos há incongruência: ( o santo que é de barro não o andor) A prática política do homem de partido deve servir mais ao povo que a ele próprio; sugiro, para teu bem que estude mais gramática e técnica de redação. Vai te fazer falta na tese de doutorado. Leia romances, contos, autores clássicos como Rui Barbosa que, aliás, quase toda sua obra é crítica às instituições com suas catilinárias e filípicas. Aproveita-se, e muito, a arte da retórica e da argumentação.
    Outrossim, bom lembrar que Machado de Assis foi um autodidata. Em literatura foi incomparável.

    Abs.

  2. Profis… Por acaso por aqui, lendo comentários.
    Arrepios com essa ignorância surda, cega e não tão muda.
    Realmente é melhor não frequentar redes, blogs etc.
    Acho que esse negócio vai acabar se autodestruindo porque é tanta gente estúpida reunida que um dia eles se devoram num ataque de barbárie incontida.
    Jesus, livrai-nos desse mal da ignorância.
    Agora me diz uma coisa, porque é que esse povo não frequenta outro blog que não seja o espaço acadêmico. Ou foram atraídos pelo vermelho do fundo? que nem mosca… ah ahah. Grudaram na cor e não descolam mais.
    Só mesmo no humor com esse povinho doido, né.
    Corre que lá vem os comunistas, gente.

  3. Prezado Juan Sebastianes,
    Obrigado pelo apoio.
    Apenas duas colocações, que fazem cair por terra esses movimentos ADQUIRIDOS por tostões e lanches, que defendem a quadrilha no Planalto, e a FALSA DEMOCRACIA que estão protegendo:
    1 – A FORTUNA que o PT tem gasto com essas manifestações, certamente patrocinando com DINHEIRO ROUBADO DA PETROBRÁS;
    2 – Das centenas de bandeiras, cartazes, bolas, avisos, carregados por MAUS BRASILEIROS, não havia nenhum que protestasse contra a CORRUPÇÃO, CONTRA OS CRIMES QUE PRATICARAM CONTRA AQUELA QUE FOI A NOSSA MAIOR ESTATAL!
    Dessa forma, JUSTIFICO ao afirmar que se trata de apátridas, traidores do povo e do País, esse pessoal que sai em defesa de bandidos, que berra que não vai ter “golpe, mas são eles os verdadeiros GOLPISTAS!
    Um forte abraço, Juan.
    Saúde e Paz!

  4. Só quero dar os parabéns ao Francisco Bendl, pela clareza com que mostra os absurdos que sempre são ditos pelos defensores dessa quadrilha que ainda tenta nos enganar, SEMPRE DESQUALIFICANDO quem divulga as MARACUTAIAS da CÚPULA do PT e seus amigos “super honestos”, como Maluf, Collor, Sarney, Renan, … de tantos partidos com comportamento “extremamente ético”, que antigamente eram chamados de PICARETAS ou algo bem pior!
    E que espírito democrático é esse de desqualificar a esmagadora maioria da população, por ser contra um governo que está destruindo nossa pátria e nosso povo? Só por que não somos formados Cientista Políticos?!

  5. Eu sugiro começar pelos filósofos pré-socráticos, depois Sócrates e os Sofistas, Platão, o Helenismo e Aristóteles, Sêneca, filosofia Patrística e a Escolástica. Sem esquecer do Humanismo e o Renascimento com Maquiavel, Erasmo de Rotterdam, Thomas Morus, Giordano Bruno. Agora, chegando na filosofia moderna, muitas calma nessa hora, Pascal, Leibniz, David Hume, Thomas Hobbes, Descartes, John Locke (fundamental), Spinoza, os filósofos iluministas Montesquieu, Voltaire, Diderot, Rousseau, Kant, Feuerbach. Comte, Durkheim, Marx e Weber….acho de Antonio Gramsci, Hannah (não a Montana) a Arendt. Um pouco de Freud, nesse momento será providencial. Quem sabe um pouco de Edgar Morin, Maurice Dobb é importante. Habermas, Bourdieu…. Acho que Malinovsky e Lèvi-Strauss…(o da Antropologia, não o da valsa). Depois um pouco de Weffort, Darci Ribeiro, Florestan Fernandes, Faoro…..nossa……vai com calma.

  6. Ainda bem que temos visionários socialistas que nos abrem os olhos e nos guiam pelos labirintos dessa cegueira, como dizia Saramago, que se instalou no Brasil. Se não fossem, como enxergaríamos, no fim deste longo, escuro e tenebroso túnel, os luzeiros filhos da Pátria, Dilma, a aprendiz, e Lula, o mentor?

  7. Lamento que os títulos do professor Wellington não tenham sido suficientes para ampliar a sua mente bitolada pelo lulopetismo, e limitada pelo partidarismo, caracterizando-a como obtusa!

    A Rede Globo não era inimigo do PT e não formava “doutores” em Política quando a emissora rasgava elogios ao ex-presidente Lula, pois era apenas um veículo de comunicação e entretenimento.

    A partir do momento que passou a exercer a sua função jornalística de informar os crimes petistas, foi conduzida à categoria de opositora, assim como outros jornais e TV que fazem a mesma tarefa, de colocar o povo a par dos desmandos e descalabros do grupelho de bandidos travestido em partido político, o PT!

    Não havia, no passado, petista que não tinha a Veja embaixo do braço quando a campanha era contra o Collor, quando o impeachment não saia da boca dos lulistas, e textos eram elaborados em solidariedade às reportagens da Globo e Veja porque necessárias e corajosas à elucidação dos fatos deprimentes e degradantes protagonizados pelo atual senador das Alagoas.

    Claro que os petistas não mudaram, conforme prova este artigo absurdo, que não faz jus aos cursos feitos pelo mestre em questão, pois este pessoal sempre foi cínico e hipócrita, sempre usou de subterfúgios à conquista de seus interesses, sendo um deles a arte que possuem de enganar, mentir, iludir, e de serem ótimos criadores de falácias e sofismas.

    Por acaso, Lula não é um sofisma como cidadão e falácia como líder político, um reles chefe de criminosos?!

    O professor é tendencioso, ridiculamente manifesta a sua preferência partidária quando OMITE que não é a Globo que fabrica as notícias contra o PT, Lula e Dilma, mas este trio nefasto que as comete, então as manchetes sobre tais atos deletérios, simples.

    O mestre não contesta as informações, tática do PT, mas tenta desqualificar a empresa jornalística para desacreditá-la, pois as verdades veiculadas na Globo, Band, Veja, Folha de São Paulo, Estadão, Jovem Pan e Youtube (a lista é longa) não podem ser desmentidas, razão pela qual eleva-os à categoria de hostis e adversários mortais, a mídia acima.

    Assisto a Globo, a Band, assino a Veja, tenho as assinaturas online do Estadão e Folha de São Paulo, justamente porque não são empresas compradas por dinheiro roubado da Petrobrás, como INÚMEROS BLOGS CHAPA BRANCA E ALGUMAS REVISTAS, que escondem os desmandos e descalabros do casal de mafiosos Lula e Dilma, que comanda bandidos para defendê-lo das práticas ilícitas efetivadas diariamente contra o Brasil e povo.

    E, o mestre, do alto do seu sectarismo asqueroso – a meu ver, total rejeição ao que estudou, lamentavelmente -, evita tecer qualquer linha alusiva à incompetência do governo, sua maldade e vingança, sobre a inflação, desemprego, economia em recessão, crise política, juros extorsivos, carga tributária insuportável, com a Dilma querendo mais com a CPMF, os roubos pelos petistas e aliados contra aquela que foi a nossa maior estatal, hoje insolvente e amargando um prejuízo de mais de TRINTA E CINCO BILHÕES DE REAIS EM 2015, a Petrobrás!

    Muito menos comentou onde deveria ser especialista, a Educação, que aponta CRIMINOSAMENTE índices de analfabetismo absoluto e funcional em índices alarmantes para o slogan governamental, “Pátria Educadora”!

    Certamente o Planalto ensina há 14 anos como roubar, explorar, assaltar, lesar, e ocasionar prejuízos irreparáveis ao patrimônio nacional, povo e País.

    Claro, evitou abordar a saúde publica, dos brasileiros que morrem nas calçadas, nas entradas de hospitais ou aguardando meses por uma consulta, assim como passou ao largo sobre VIOLÊNCIA, que acusou MAIS DE SESSENTA MIL MORTES ANO PASSADO, que mostra o Brasil com mais vítimas desta política ignóbil petista de não se importar com o povo, que o número de mortos na GUERRA DA SÍRIA!

    Talvez o mestre seja favorável às cracolândias, ao aumento do tráfico de drogas, incentive animadamente a milícia armada petista, ontem denominada de MST, hoje o exército de Stédile, que impede o sagrado direito de ir e vir do cidadão, e está pronto para combater … compatriotas!

    Para o professor, o problema é a Globo formar “Doutores em Política”.

    Pois prefiro este curso, mesmo não sendo reconhecido pelo Ministério da Educação, que ter os títulos do articulista e ter a mente desta forma, embotada, sectária, tendenciosa, que não mostra a realidade ao povo, o devaneio petista, as más intenções do bando, seus crimes e práticas deletérias.

    Nessas alturas, eu que tanto me recrimino por não ter feito faculdade alguma, alegro-me com esta decisão, caso contrário das duas uma:

    Ou eu estaria imbecilizado pela transmissão de ideias meramente ideológicas, portanto questionáveis ou, então, eu estaria sendo um divulgador de fraudes, de embustes partidários, exatamente de quadrilhas travestidas em partidos políticos, tendo como maior exemplo o PT e, como divulgadores, professores universitários, desgraçadamente!

    Ah, antes que o mestre venha com meia dúzia de pedras contra mim, nada contra ele ser petista, budista, adventista, lulista …

    A minha indignação e revolta é porque o mestre esconde os fatos que são importantes, menos tecer críticas aos que não são culpados pelo comportamento de Lula, Dilma e partidários do PT!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s