9 comentários em “Facebook: como lucrar com uma máquina de espionagem

  1. UMA OPINIÃO BEM PESSOAL. Muito interessante o artigo, mas… E daí? Alguma coisa como o facebook permanece de pé porque existe ideologia pra isso, ao ponto de alguns deslumbrados se referirem ao dono da empresa como “mestre”, “gênio”, essas idiotices. E não penso que a ampla maioria dê alguma importância às considerações feitas pelo Oliveira, já que o que se quer, quase sempre, é simplesmente aparecer. E se nós, usuários de softwares livres, estamos contra, cabe a nós criar coisas diferentes no âmbito das redes sociais, caso isso tenha mesmo alguma relevância. Nós criticamos o capitalismo e temos de criticar o capitalismo, mas me parece que isto convence bem pouco nos nossos dias. Seja como for, parece-me que existe um terreno de cultura livre real, do Crative Commons, da GNU, dos materiais realmente interessantes ou úteis compartilhados segundo a cultura livre, muito superior aos facebook e sua tão enjoativa estética.

  2. Obrigado Rodrigo. Pena que a grande maioria não consiga entender a mais valia; por terem introjetado nas suas mentes o desejo burgues de ser, mesmo não sendo e não tendo possibilidade de ser. Meu velho pai, um operário sindicalista sempre disse que “se boi soubesse a força que tem, não puxaria carro, nem rodava moinhos”.

  3. Caro Rodrigo

    As informações que nos traz são muito interessantes e sem dúvidas esclarece a muita gente que ainda se perguntava como é que o Facebook pode valer uma fortuna e render uma fortuna se não cobra nada dos usuários.
    Os mesmos que se perguntam isso naturalmente já entendem que na TV aberta é a propaganda que paga as contas. O que a web 2.0 traz de inovador é o fato de aproveitar a co-produção dos usuários para a utilização na propaganda.
    A distinção mais óbvia entre um mecanismo e outro para a publicidade é a precisão da propaganda, que no face se torna enormemente focada no que o próprio usuário aparenta gostar e se utiliza da influência da rede de amigos para ‘endossar’ o consumo de determinado produto.
    Ok… é o capitalismo agindo em peso por ali, mas como já disse um colega anteriormente, no Face voce tem uma margem de escolha sobre ver ou não uma propaganda (algo que na TV, rádio, revistas e jornais é mais impositivo).
    Então a meu ver o Face tem seu lado vilão, porque explora seus usuários como mercado (não vejo mais-valia nisso, uma vez que produzo informações por prazer e não obrigação, de modo que usar o Face não é um trabalho para mim, embore o que faço gere lucro a outrém), mas tem um outro âmbito que deve ser considerado, se pensarmos no grande revéz que os grandes estúdios deram sobre a pirataria de filmes e músicas. Perceba que ali a questão do direito autoral (e leia-se bem: o lucro) dessas empresas foi estopim para a quebra de um dos maiores motivos de compartilhamento na rede.
    Isso tudo porque esta indústria audiovisual não pensa o mercado como Zuckerberg, pois se pensasse hoje teríamos no mundo inteiro uma difusão enorme do cinema e da música mundial sem que isso custassem mais aos usuários do que algumas propagandinhas direcionadas a seu gosto musical ou genero cinematografico. Neste sentido bato palmas para Zuckerberg e lamento pela estupidez dos grandes estúdios que resolvem seus problemas financeiros estancando a difusão da informação e do entretenimento.

  4. Karl Marx era lunático e seu conceito de mais valia um delírio.
    É uma pena que ele tenha feito escola.

    Ninguém é obrigado a entrar no facebook ou comprar determinado produto.
    Marx se esquece do custo ao se realizar um empreendimento ou processo produtivo.
    E da criatividade de um empreendedor.
    Se esquece que o mercado é determinado por desejos de pessoas e não é um consumo padrão, por isso as empresas precisam investir em inovação e qualidade para atrair mais clientes.
    Se há consumo é evidente que há demanda, agora querer dizer que empreendimentos e processos produtivos são concentração de renda por determinados grupos é muita loucura.
    Cada cargo tem suas responsabilidades e pesos decisivos, por isso o criador do empreendimento obviamente recebe um salário maior que seus funcionários, isso é evidente.
    É mais fácil ser faxineiro ou um Mark Zuckerberg?

    Não existe economia socialista, esse pessoal se esquece do exemplo de Russia, China, etc.
    Esses países para crescer após décadas de chacinas, campos de concentração e miséria tiverem que aderir ao capitalismo, porque não tem outro jeito.
    Mas, seus líderes políticos não são trouxas e nem santos, oprimem o povo com suas ditaduras e torram a grana que sugam do povo.

    http://www.vigilanciademocratica.org/index.php?/Artigos/Artigos-sobre-Economia/mises-contra-marx.html

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=909

    http://www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=100

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  6. Esse conceito de “Mais-Valia 2.0″ não é novo e inerente à toda imprensa que divulga publicidade. A imprensa livre sempre baseou seu negócio na vendas de jornais e reivstas e de anúncios. O preço de capa de cada exemplar quase sempre é insuficiente para amortizar os gastos para produzi-lo, sendo essenciais as receitas publicitárias para manter a empresa e dar lucro. Esssas receitas dependem da quantifdade de leitores e do valor destes como consumidores. O mesmo modelo foi adotado na exploração dos sistemas de rádio e televisão, zerando-se o “custo” de cada exemplar, sobrevivendo a empresa só de anúncios. Face à essa dependência publicitária, as Rádios e Tevês tiveram de mensurar e qualificar suas audiências com mais precisão, para elevar o valor das mesmas junto ao mercado publicitário. Tanto na imprensa escrita quanto nas Rádios e Tevês existe a apropriação da “Mais-Valia” do cliente, como quer Evangelista, que é a diferença entre o tempo empregado pelo leitor/espectador e o ganho publicitário advindo dessa audiência. Assim, vê-se que as redes sociais não inventaram nada, apenas levaram ao limite à especialização publicitária já procurada pela empresa escrita, pelas rádios e televisões. A exploração do consumidor é a mesma. Quem dedica uma hora vendo novela não se preocupa com o dinheiro que a Globo ganha com os anúncios entremeados à trama, como quem perde uma hora no Facebook não estrá interessado no dinheiro ganho pela empresa.

  7. Caro remo moreira
    Você ataca uma pessoa que tem grande poder intelectual, tem uma mente poderosa e jamais caminha na ingenuidade.
    Você provavelmente é um indivíduo marcado pela falta de conhecimento, uma vez que nada entende de relações trabalhistas, assim como esse jornalista rodrigo de oliveira que confunde relações sociais com relações trabalhistas.
    As pessoas que fazem sucesso no seu trabalho incomodam muita gente .

  8. A questão é menos rasteira do que a sua frágil e ingênua mente concebe, Abraão. Por mais que voce não goste, nao pode refutar os fatos relatados pelo brilhante e corajoso jornalista Rodrigo de Oliveira.

    Todo cidadão deve cultivar o espírito crítico, ao assimilar qualquer produção cultural à qual tem acesso, e procurar indentificar os interesses subjacentes à sua difusao.

    A ignorancia, a inocencia e a ingenuidade de muitos fazem a fama e a riqueza opressora e concentradora de poucos.

  9. INVEJA, é o termo para identificar a opinião do jornalista rodrigo de oliveira andrade, inveja de Mark Zuckerberg.
    Parabéns ao grande mestre Mark Zuckerberg pelo sucesso do Facebook.

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